Black Beauty

“Gliding through paper like a ghost
I leave a dark imprint
Wherever I am told to.
Black, the color of my marking
Beauty, what I leave behind
Words flowing like a black mane
Against the wind of change
Time, my prime rival
Constantly working against me
Ultimately and indubitably
Running out, fading
To be tossed away
For another to take my place
The endless cycle of a life,
A pen’s life.”

Ghizlane Damdami

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Filed under inner rhythm

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